segunda-feira, 5 de julho de 2010

Estupro da Nação

O mundo desistiu de tentar
O que na verdade nunca tentou
Cumprir presságios e aceitar
O destino que um alguém inventou

Guerra e luta na terra dos fatais
Discípulos fardados de sangue e horror
Guerra e morte abandonar jamais
Dissipando mentes no ácido do matador

Na mão da criança a espada
No ar o furacão petrificante
A casa, uma árvore derrubada
O agasalho uma armadura estonteante

O mundo desistiu de lutar
Por algo que nunca existiu
Resolveu deter-se à aceitar
Soluções que o mundo não sugeriu.




_______________________Camila P.

2 comentários:

  1. Muito legal teu poema. A nação está em decadencia, triste isso, mas sempre tem aquele pequeno grupo de pessoas que veem o lado bom das coisas e que tentam fazer o melhor!

    Saudade loca!
    beijo

    p.s.:já estou seguindo teu blog

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  2. É bem por ai, achei coincidência abrir hj aqui e ver isso escrito, eu ainda tenho esperança, não sei se é possível, mas não custa tentar...
    Da uma olhada no texto "Não intitulado".
    Bjos!

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