terça-feira, 1 de junho de 2010

Não Titulável

Algumas pessoas definiram morte como fim. Outras como início. Eu não a defino. Nunca morri! Incrível eu sei (¬¬). Concordo inteiramente com o grande filósofo RAUL SEIXAS, prefirindo ser uma metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada sobre tudo, nesse caso, sobre a morte. Totalmente empirista neste aspecto: o conhecimento só pode ser obtido através dos sentidos. Morte não passou por nenhum dos meus sentidos. Ou passou? Creio que passou perto, que esteve presente nos sentidos de familiares e entes queridos que já se foram: morreram. Mas não generalizo. Abro espaço a opiniões alheias. Não que me deixe influenciar. Apenas ouço e reflito. Se me agrada, ajusto e acrescento aos meus incostantes conceitos. E a morte? É, os sentidos me dirão um dia.
_______________ Camila P.

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